UMA CIÊNCIA FASCINANTE: A FÍSICA

A FÍSICA É A CIÊNCIA QUE MAIS TEM CONTRIBUÍDO PARA O CONTÍNUO AVANÇO TECNOLÓGICO DO MUNDO EM QUE VIVEMOS. ALÉM DE BUSCAR O CONHECIMENTO DO UNIVERSO, ELA SE OCUPA DE TODOS OS RAMOS DA ATIVIDADE HUMANA.

quinta-feira, julho 14, 2005

ARTIGO FINAL

NOVA RELAÇÃO COM SABER


Trabalho apresentado pelo aluno Henrique Luis da Silva Oliveira ao programa de graduação em Física, disciplina EDC266 Introdução a Informática na Educação, Universidade Federal da Bahia como avaliação conclusiva.


Orientadora: Profª. Maria H. Bonilla, Adriane Halmann



Salvador
2005


MENSAGEM


DEUS

Ele manda o nascer do sol a cada manhã.
A qualquer momento que quisermos conversar,
Ele nos escuta.

Ele pode morar em qualquer lugar do universo, mas
Ele escolheu o nosso coração.

Deus não prometeu dias sem dor,
risos sem sofrimento,
sol sem chuva, mas...

Ele prometeu força para o dia,
conforto para as lágrimas e
luz para o nosso caminho.



APRESENTAÇÃO
As novas tecnologias possibilitam à educação transmissão e formação de novos conceitos e idéias. Concepções estas que exigem uma nova postura por parte de todos os envolvidos no processo educacional. Como aluno concluinte do curso de licenciatura em física pela Universidade Federal da Bahia, matriculado na disciplina Informática aplicada na educação (EDC266), venho através deste artigo tentar relatar alguns conhecimentos adquiridos durante as nossas aulas com as professoras Maria Helena Bonilla e Adriane Lizbehd Halmann (tirocínio) Posso afirmar que esta disciplina possuiu uma parcela significativa na minha formação como professor de forma a ser um diferencial em nossa sociedade e poder contribuir para uma melhor educação visto que, o nosso país deixa muito a desejar em respeito a este item de fundamental importância em nossas vidas.


SUMÁRIO


· INTRODUÇÃO
· TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO
· INTERATIVIDADE
· NOSSA REALIDADE
· CONCLUSÃO: NOSSO PAPEL COMO EDUCADORES
· BIBLIOGRAFIA


INTRODUÇÃO

As tecnologias estão provocando profundas mudanças em todas as dimensões da nossa vida, colaborando, sem dúvida, para modificar o mundo.
Os mecanismos de expansão do capitalismo acelera, a difusão das tecnologias. Por isso há interesse em ampliar o alcance da sua difusão, para poder atingir o maior número possível das pessoas economicamente produtivas.
É possível criar usos múltiplos e diferenciados para as tecnologias. Nisso está o seu encantamento, o seu poder de sedução. Os produtores pesquisam o que nos interessa e o criam, adaptam e distribuem para aproximá-lo de nós. A sociedade, aos poucos, parte do uso inicial, previsto, para outras utilizações inovadoras ou inesperadas. Podemos fazer coisas diferentes com as mesmas tecnologias.
Há um novo re-encantamento, porque estamos numa fase de reorganização em todas as dimensões da sociedade, do econômico ao político; do educacional ao familiar. Percebemos que os valores estão mudando, que o referencial teórico com o qual avaliávamos tudo não consegue dar-nos explicações satisfatórias como antes. Procuramos o nosso espaço diferencial dentro da padronização mundial tanto no nível de país como no individual. Mudanças que as tecnologias de comunicação favorecem
Cada tecnologia modifica algumas dimensões da nossa inter-relação com o mundo, da percepção da realidade, da interação com o tempo e o espaço.
Cada inovação tecnológica bem sucedida modifica os padrões de lidar com a realidade anterior, muda o patamar de exigências do uso.
A comunicação torna-se mais e mais sensorial, mais e mais multidimensional, mais e mais não linear. Cabe a nós professores sempre estarmos atentos e atualizados a todas estas modificações que com certeza crescem de forma exponencial.


TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO

As tecnologias de comunicação não mudam necessariamente a relação pedagógica. As tecnologias tanto servem para reforçar uma visão conservadora, individualista como uma visão progressista. O orientador autoritário utilizará o computador para reforçar ainda mais o seu controle sobre os outros. Por outro lado, uma mente aberta, interativa, participativa encontrará nas tecnologias ferramentas maravilhosas de ampliar a interação.
As tecnologias de comunicação não substituem o professor, mas modificam algumas das suas funções. A tarefa de passar informações pode ser deixada aos bancos de dados, livros, vídeos, programas em CD. O professor se transforma agora no estimulador da curiosidade do aluno por querer conhecer, por pesquisar, por buscar a informação mais relevante. Também coordena o processo de apresentação dos resultados pelos alunos. Depois, questiona alguns dos dados apresentados, contextualiza os resultados, os adapta à realidade dos alunos, questiona os dados apresentados. Transforma informação em conhecimento e conhecimento em saber, em vida, em sabedoria -o conhecimento com ética.
As tecnologias permitem um novo encantamento na escola, ao abrir suas paredes e possibilitar que alunos conversem e pesquisem com outros alunos da mesma cidade, país ou do exterior, no seu próprio ritmo. O mesmo acontece com os professores. Os trabalhos de pesquisa podem ser compartilhados por outros alunos e divulgados instantaneamente na rede para quem quiser. Alunos e professores encontram inúmeras bibliotecas eletrônicas, revistas on line, com muitos textos, imagens e sons, que facilitam a tarefa de preparar as aulas, fazer trabalhos de pesquisa e ter materiais atraentes para apresentação. O professor pode estar mais próximo do aluno. Pode receber mensagens com dúvidas, pode passar informações complementares para determinados alunos. Pode adaptar a sua aula para o ritmo de cada aluno. Pode procurar ajuda em outros colegas sobre problemas que surgem, novos programas para a sua área de conhecimento. O processo de ensino-aprendizagem pode ganhar assim um dinamismo, inovação e poder de comunicação inusitados.
É frustrante, por outro lado, constatar que muitos só utilizam essas tecnologias nas suas dimensões mais superficiais, alienantes ou autoritárias. O re-encantamento, em grande parte, vai depender de nós orientadores.


INTERATIVIDADE

O termo interatividade resume, de certa forma, tudo o que de diferente é atribuído às novas tecnologias da informação e da comunicação por diferentes autores em função das suas posições teóricas.
No seu livro ``Cibercultura'', Pierre Lévy (1997) aborda a interatividade como um problema, justificando isso porque o termo é usado muitas vezes a torto e a direito sem saber de que se trata.
Pierre Lévy fala de diferentes tipos de interatividade que vão, respectivamente, da mensagem linear -- através de dispositivos que variam desde a imprensa, rádio, TV e cinema até as conferências eletrônicas -- até a mensagem participativa -- através de dispositivos que variam dos videogames com um só participante até a comunicação em mundos virtuais envolvendo negociações contínuas.
Sem considerar que o autor resolveu totalmente o problema, fica claro, porém, que o que caracteriza a interatividade é a possibilidade -- crescente com a evolução dos dispositivos técnicos -- de transformar os envolvidos na comunicação, ao mesmo tempo, em emissores e receptores da mensagem. Em outros termos, muda o conceito de comunicação. Se essa mudança é devida, em parte, à evolução técnica que possibilita cada vez mais a participação dos agentes, o direcionamento da evolução técnica tem também a ver com os novos conceitos de comunicação e de agente da comunicação. Ao tornar possível o que antes era só desejável -- refirimo-nos, exclusivamente, à relação, no conceito clássico da comunicação, entre o canal ou veículo de transmissão e a mensagem -- a tecnologia viabilizava um outro conceito de comunicação; mas não seria totalmente correto afirmar que essa mudança foi produzida, unicamente ou fundamentalmente, pela evolução tecnológica, uma vez que, mesmo usando os ``novíssimos'' avanços tecnológicos, ainda existem cientistas que trabalham com o antigo conceito de comunicação.
As estruturas técnicas de rede permitem implementar formas novas e mais complexas de interação social, fazendo emergir a possibilidade da troca imediata no ciberespaço. Dessa forma, os indivíduos tornam-se, ao mesmo tempo, receptores e emissores, produtores e consumidores de mensagens
O processo educacional, presencial ou mediado por essas novas tecnologias, passa a adquirir dimensões que, se não são totalmente novas podem agora ser profundamente inovadoras. As relações educativas tornam-se pluridirecionadas e dinâmicas, possibilitando a todos os interessados interagir no próprio processo, rompendo com velhos modelos pedagógicos que só conhecem a comunicação unilateral que privilegia o emissor, ou seja, o professor onisciente e onipotente desconsiderando as peculiaridades do receptor, ou seja, do aluno. O velho receptor deixa de ser aquele que deve apenas aceitar ou não a mensagem proposta pelo professor para tornar-se sujeito da própria educação numa comunidade educacional interativa.


NOSSA REALIDADE

Apesar de a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, em vigor desde 1996, já preconizar a necessidade da "alfabetização digital" em todos os níveis de ensino, do fundamental ao superior, o censo escolar do Ministério da Educação (MEC), realizado em 1999, revelou que apenas 3,5% das escolas de ensino básico tinham, naquele ano, acesso à Internet, e cerca de 64 mil escolas do país não tinham sequer energia elétrica. Nos últimos anos, esse quadro está mudando, com iniciativas governamentais a nível federal, estadual e municipal, além de apoios privados e do terceiro setor, mas a exclusão digital nas escolas brasileiras ainda é grande.
Falar em inclusão digital na educação, não basta instalar computadores em escolas públicas. É preciso capacitar o professor para que ele transforme a sua aula utilizando a ferramenta digital. Além disso, seria preciso manter o laboratório de informática permanentemente aberto, com um profissional que o assumisse e ficasse responsável pela alfabetização digital. Primeiro, é preciso quebrar a barreira do acesso. Depois, é preciso manter esse acesso.
É fundamental a instalação de laboratórios de informática com acesso à Internet nas escolas públicas, com uma estratégia de uso público fora dos horários das aulas, mas sem perder de vista uma perspectiva futura.
De acordo com o MEC, apesar de o número de computadores instalados nas escolas até 2002 ter ficado abaixo das metas estabelecidas pelo governo anterior, a capacitação de professores superou as expectativas. Essa também tem sido uma preocupação nas iniciativas de estados e municípios. Em Recife, por exemplo, existe um programa municipal de formação continuada de professores para trabalhar nas 70 escolas que possuem laboratórios de informática. A Secretaria de Educação da capital pernambucana também fez uma parceria com uma associação francesa para inclusão digital de crianças em idade de alfabetização, através de correspondência com estudantes de outros países. E a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais, que lançou o Projeto de Inclusão Digital do estado, estabeleceu parcerias com a Empresa de Infovias, provedor de acesso à Internet do governo estadual, e com empresas da iniciativa privada, como a First International Computer (Fic) do Brasil, com o objetivo de atender cinco mil escolas em 150 cidades mineiras, sem custo algum para o governo.
O que observamos no dia a dia é a pouca utilização das tecnologias pelos professores. Nas escolas os laboratórios ficam fechados por não ter quem saiba manejá-lo e quando tem o número de computadores é insuficiente ou uma série de outros obstáculos são colocados para dificultar o acesso. Os professores acham que são os donos do saner e senhores da razão num universo imutável e acabado não utilizando a potencialidade das tecnologias no processo educativo.


CONCLUSÃO: NOSSO PAPEL COMO EDUCADORES

As novas educações juntamente com as tecnologias são um novo caminho para que possamos repensar numa nova forma de educar. A educação não pode ser vista de forma linear e sim devemos observar que existem várias ramificações serem exploradas.
Nós ao decorrer do nosso curso podemos verificar que um pouco de esforço de cada um de nós podemos ser um diferencial em nossa sociedade. Educar segundo Paulo Freire “ é construir, é libertar o ser humano das cadeias do determinismo neoliberal, reconhecendo que a História é um tempo de possibilidades.”
Podemos transformar a sala de aula num ambiente interativo facilitador da aprendizagem,onde calcular e argumentar sejam as ferramentas de interação lúdica entre os alunos e seus objetos de reflexão e pesquisa.
O papel do professor, encorajando os alunos a fazerem conexões com eventos externos ao mundo da simulação, descobrindo a ligação entre a situação vivida e os conteúdos curriculares servindo como analogias úteis e ajudando os alunos a tomar decisões.


BIBLIOGRAFIA


· "A Sociedade Informática", de Adam Schaff (Unesp e Brasiliense)
· "Powershift - As Mudanças do Poder", de Alvin Toffler (Record)
· "Educação Para o Futuro", Edmée Nunes Salgado et al (Senac)
· "Na Vida Dez, Na Escola Zero", David Carraher et al (Paz e Terra)
· "Critical Thinking in Classroom", de David Dockterman (Tom Snyder Productions)
· Gardner, Howard. As estruturas da mente. Porto Alegre, Editora Artes Médicas, 1994.
· Moran, José Manuel. Interferências dos Meios de Comunicação no nosso Conhecimento. INTERCOM Revista Brasileira de Comunicação. São Paulo, XVII (2):38-49, julho-dezembro 1994.
· Negroponte, Nicholas. A vida digital. São Paulo, Companhia das Letras, 1995.
· Postman, Neil. Tecnopólio; A rendição da cultura à tecnologia.São Paulo, Nobel, 1994.
· Recoder, Maria-José et alii. Informação Eletrônica e Novas Tecnologias. São Paulo, Summus, 1995.
· Chermann Maurício;Bonini,Luci Mendes. Educação a distância: novas tecnologias em ambientes de aprendizagem pela Internet. Universidade Braz Cubas,Mogi das Cruzes





PLANO DE AULA

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
CURSO: ENSINO MÉDIO SÉRIE: 3
ORIENTADORA: ADRIANE HALMANN
ALUNO: HENRIQUE LUIS DA SILVA OLIVEIRA


PLANO DE AULA

· TEMA : Associação de resistores;
· TEMPO : 100 minutos;

· ASSUNTOS : Associação de resistores em série, paralelo e mista;

· MATERIAL : microcomputadores e o aplicativo Eletronic Workbeanch;

· OBJETIVOS : demonstrar utilizando um software bastante moderno aplicabilidade da Lei de Ohm e a influência de algumas variáveis em seu resultado;

· DESENVOLVIMENTO DA AULA:
· Em primeiro plano a classe será dividida em pequenos grupos
· Posteriormente será apresentado o aplicativo Eletronic Workbeanch: suas características, opções alternativas, componentes, montagem de circuitos;
· Seleção dos principais componentes a serem trabalhados:
· Resistores;
· Voltímetro;
· Amperímetro;
· Osciloscópio;
· Fonte de alimentação DC;
· Geradores;
· Chaves;
· Montagem de circuitos com associação de resistores em série, paralela e mista. Os alunos, já com familiaridade do aplicativo após algumas simulações, irão trabalhar com variáveis que influenciam na resistência dos materiais tais como: resistividade, comprimento, temperatura e área de seção. Verificação da Lei de Ohm e alterações sofridas a partir de gráficos obtidos no osciloscópio.
· AVALIAÇÃO
· Processual com relato dos alunos em relação aos seus resultados obtidos e sua conclusões.
· RESULTADOS (RELATO)




· BIBLIOGRAFIA:

· GASPAR, Alberto; FÍSICA (Eletromagnetismo e Física Moderna); vol. 3; editora Ática 1ª edição.
· HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl; FÍSICA (Eletromagnetismo); vol. 2; Livros técnicos e cientificos editora S.A; 4ª edição.
· MÁXIMO, Antônio; ALVARENGA, Beatriz; FÍSICA; vol. Único; editora Scipione; 1ª edição.

terça-feira, julho 12, 2005

VÍDEO

O nosso vídeo ao qual tanto nos tivemos interresse em concluir foi tratado e discutido sobre a forma a ser feito e o tema logo na etapa incial do nosso curso. Fizemos algumas filmagens e coletamos alguns dados de fundamental importância sobre a utilização do tabuleiro digital na FACED. Tais dados podem contribuir para a solução dos problemas encontrados principalmente pelo adverso entre utilização atual e a proposta inicial do tabuleiro.

COMENTÁRIOS DA DISCIPLINA

* A tecnologia possui um papel muito importante para o desenvolvimento das ciências principalmente quando queremos interagir com outras pessoas, adquirindo e trocando novas informações e conceitos que as tecnologias pode proprocionar de forma rápida.


* A disciplina permitiu que pudesse ter uma nova visão de educação. Podemos aplicar diversos recursos tais como vídeo, chat, rádio que podem auxiliar nós futuros professores mudar a imagem do "professor senhor da razão e dono do saber". O que achei de mais importante no decorrer da disciplina apesar de todos os imprevistos (como comentamos em sala de aula) foi que podemos promover como educadores uma maior interação entre as pessoas envolvidas em nosso ambiente educacional.


* Se pudesse reformular a disciplina, procuraríamos (todos os envolvidos no nosso ambiente de sala de aula) finalizar todas as atividades (uma por vez) de forma a seguir os objetivos principais da disciplina:
-familiarização com recursos tecnológicos da comunicação e informação.
-conhecimento e análise de programas aplicativos;
-familiarização com a rede de computadores e suas aplicações na educação;
-análise teórica da relação comunicação e educação na sociedade;
-discussão da articulação entre Ciência, Tecnologia e Sociedade;
Dentre estas atividades (que achei fundamentais) o conhecimento e análise de programas aplicátivos aplicáveis a cada uma das ciências em especial deveria ser mais explorado.

* A falta de familiaridade com alguns recursos aplicáveis a educação como o blog (por exemplo) não proporcionou um rendimento melhor de nós alunos . O excesso de atividades e o semestre incomun para alguns alunos também não contribuíram para uma melhor participação de todos nas atividades. Apesar de todos estas dificuldades posso afirmar que tive uma parcela positiva de contribuição para o desenvolvimento da disciplina.

* Apesar das dificuldades e a falta de experiência encontradas no decorrer da disciplina acredito que o papel da professora Adriane Halmann foi muito importante para o desenvolvimento das atividades e da mudança da minha concepção de educação, aprendizagem e que podemos com um pouco de esforço contribuir para uma melhor educação (que anda tão carente de novas idéias). Saindo portanto do formato de uma educação tradicional e imutável. Em certos momentos houve necessidade de agir de forma um pouco mais rigorosa (devido o nosso comodismo) de forma que mostrasse ao grupo que esta disciplina com certeza irá contribuir para a nossa formação como futuros educadores.




CURRÍCULO

O curriculo tradicional se formaliza em um conjunto de conhecimentos estáticos adequado para uma certa função na nossa sociedade e resistente a reformulações.
Em nosso cotidiano com constantes mudanças precisamos de uma nova visão, de uma nova educação. Com isso um novo currículo para lidar com todas esse novo ambiente.

terça-feira, julho 05, 2005

OBJETOS DE APREDIZAGEM

Tivemos na aula (dia 05/07/2005) com contribuição de Antonio Carlos (A.C) e utilizando o site www.comunidadesvirtuais.pro.br uma importante contribuição sobre objetos de aprendizagem em especial os recursos digitais. Tais recursos sendo bem utilizados podem contribuir para o processo de aprendizagem uma vez que, adicionam aos conhecimentos adquiridos em sala de aula por meio de livros, revistas, orientações do orientador (professor).

quarta-feira, junho 29, 2005

CORPO E SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO

A palestra ministrada por professores de educação na FACED no dia 2 de junho de 2005, abordou sobre corpo, mídia e sociedade. Com olhos voltados para o perfil do corpo, a sua imagem é um complexo fenômeno humano que envolve diversos aspectos. A busca de uma imagem corporal “perfeita” é um dos objetivos da sociedade atual com o intuito de criar modelos padrões. A preocupação com a estética e a valorização do corpo são marcas profundas na atualidade. O corpo, desta forma, é visto como uma “mercadoria” não possuindo em si valor algum além daquele que sobre si lhe foi atribuído.

quinta-feira, junho 16, 2005

SOFTWARE LIVRE

SOFTWARE LIVRE

O software livre tornou-se nos últimos anos uma alternativa econômica e financeiramente viável ao modelo atual de licenciamento de software e a sua política abusiva de renovação constante de licença e atualização de hardware. O software livre passa a ser uma solução para as milhões de cópias de software piratas que existem espalhados pelo Brasil e pelo mundo. O software livre não tem "um dono", ou seja, não há uma grande empresa de software por trás. Todos que decidem usar um software livre devem seguir suas regras na qual um software livre não pode deixar de ser livre, pode ser copiado sem que isso seja pirataria e pode ser alterado já que o código fonte é aberto para todos. Talvez a única restrição é que ele não pode deixar de ser livre.
Governo de países como China, Índia e Brasil e até blocos econômicos sinalizam para o mundo que pretendem adotar em sua política de T.I. soluções baseadas em software livre e mais do que isso pretendem fomentar suas indústrias de software para desenvolverem em plataformas livre.



A história do software (Cezar Taurion * Especial para o UOL Mundo Digital)



O fenômeno do software livre abriu intensas discussões sobre os mecanismos de licenciamento e distribuição de software. Mas o que é software livre e por que essa discussão com relação ao software proprietário?
Nos primórdios da informática os softwares eram gratuitos e livremente distribuídos em formato fonte (código-fonte), pois havia poucos computadores, e o valor real estava na própria máquina, e não nos programas. Vender software era algo inimaginável.
Posteriormente, com a maior disseminação dos computadores e o crescimento da indústria de Tecnologia da Informação, o software começou a ser vendido separadamente da máquina. Gerou uma indústria bilionária, e as empresas do setor começaram a buscar mecanismos de proteção de propriedade intelectual, como direitos autorais (copyrights) e patentes, para se defender da acirrada concorrência e garantir suas vantagens competitivas. Neste momento, o código-fonte passou a ser protegido, pois ele é o próprio conhecimento do programa.
O modelo de software proprietário surgiu, portanto, para preencher uma necessidade legítima do mercado. Sem incentivo financeiro, a indústria de software não teria chegado aonde chegou.
Com a explosão da microinformática popularizaram-se alternativas de comercialização e distribuição de software em código binário e, portanto, impossíveis de serem modificados: shareware e freeware.
Os softwares shareware são geralmente gratuitos por um período de tempo definido por seu proprietário. Após este tempo, o software deixa de funcionar ou opera em modalidade restrita. A idéia básica do shareware é que o desenvolvedor deve ser remunerado pelo seu esforço. Assim, depois de determinado período de avaliação, onde nada é cobrado, o software demanda o pagamento de uma taxa de licenciamento. Caso esse pagamento não aconteça, o software pode restringir sua funcionalidade a apenas algumas facilidades. Além disso, os softwares shareware não vêm com permissão para fazer cópias e novas instalações sem licenças adicionais. Visitando o site www.sintel.net podemos ter uma idéia da variedade de softwares shareware e freeware disponíveis.
Os softwares freeware podem ser usados e eventualmente distribuídos gratuitamente, sem limitações de tempo. O freeware não impõe nenhum pagamento ao seu autor, para seu uso. Algumas vezes é adotado como parte de uma estratégia de marketing para promover produtos complementares. Um exemplo clássico foi a estratégia adotada pela Microsoft quando disponibilizou gratuitamente o navegador Internet Explorer, para conseguir market share e assim alijar do mercado a Netscape e seu navegador, então distribuído no modelo de pagamento para licença de uso. Os softwares freeware podem ser obtidos gratuitamente, mas não podem ser modificados, porque são liberados apenas em código binário.
O software livre é diferente das modalidades tradicionais de comercialização e distribuição de software por que é também distribuído em formato fonte, portanto legível e passível de ser alterado e redistribuído pelos usuários. Além disso, seu autor outorga a todos o direito de usar, copiar, alterar e redistribuir o programa. De maneira geral, são gratuitos quando copiados a partir de um site na Web.

Em inglês existem duas expressões para designar o que estamos considerando como software livre. O termo free software costuma causar alguma confusão na língua inglesa, porque a palavra free é geralmente associada a grátis. A confusão é tanta que a Free Software Foundation, organização sem fins lucrativos fundada em 1985 e voltada a divulgar o conceito de software livre, define o termo "livre" do software livre como liberdade de uso, e não gratuidade: "Free software is a matter of liberty, not price. To understand the concept, you should think of free as in free speech, not as in free beer" ("Software livre é uma questão de liberdade, não de preço. Para entender o conceito, pense em livre como em liberdade de expressão, e não como em cerveja grátis").
Devido a essa confusão, foi criado o termo Open Source (código aberto) para eliminar a ambigüidade da língua inglesa.
Em português não temos estes problemas de entendimento, pois livre não é igual a grátis. O mesmo se aplica ao espanhol (software libre) e francês (logiciel libre). Nestas línguas não se adota termos como código aberto ou software aberto. O termo que eles adotam é o similar ao nosso software livre e esta é, portanto, a nomenclatura que geralmente adotamos para designar os programas que oferecem liberdade de uso, modificação e distribuição.
É importante destacar que software livre não significa software de domínio público, mas aderente a licenciamentos que em maior ou menor grau permitem as liberdades de usar, copiar, alterar e redistribuir o programa.

Acreditamos que o software livre desempenha um papel de destaque no cenário brasileiro - o de desenvolver tecnologia nacional e evitar que recursos financeiros fujam para o exterior em forma de pagamento de royalties. Essa é uma oportunidade única para o Brasil, já que estamos favorecidos pela circunstância política atual.

terça-feira, junho 14, 2005

IMPRESSOS NA EDUCAÇÃO

Os documentos impressos podem contribuir como ferramenta no processo de aprendizagem. Como um recurso de baixo custo e que necessariamente não necessita ser impresso, os impressos conseguem transmitir algo para seus leitores que consequentemente está envolvido no processo educativo. Atualmente utilizando os recursos proveniente da evolução tecnológica pode-se fazer uma mesclagem entre os impressos feitos de forma tradicional (como livros de texto etc...) de forma articular as tecnologias com os impressos.

JORNAL

Na aula do dia 14/06/2005 instalamos o aplicativo openoffice.org que é um entre vários aplicativos para a edição de jornal. Este aplicativo é de fácil instalação e explica detalhadamente como se iniciar a construção de um jornal.

segunda-feira, junho 13, 2005

SOCIEDADE

Vivemos numa sociedade completamente dominada pela ciência. Ela está em tudo: nos remédios, nos alimentos transgênicos, no ambiente poluído, nos computadores. Há ainda a energia nuclear, a engenharia genética, a clonagem, as células-tronco. Sem um conhecimento básico de ciência, a pessoa não pertence ao mundo moderno. Se um governo tem como missão preparar os cidadãos para o futuro, necessita ensinar ciência. Só as pessoas bem-informadas podem participar do processo democrático.

SOFTWARES EDUCATIVOS

A associação entre computador e software educativo é um importante instrumento de apoio para o processo de ensino-aprendizagem. Cabe a nós, futuros professores, saber utilizá-los de forma que tragam beneficíos ao nosso ambiente escolar.

INTERATIVIDADE

A interatividade não emerge somente na esfera técnica. Emerge também na esfera social. A pregnância das tecnologias interativas ocorre não apenas por imposição da técnica e do mercado, mas também porque contemplam o perfil comunicacional do novo receptor

CHAT

O nosso bate-papo no chat no dia 20/05/2005 foi bastante interessante. A busca e troca de novas informações faz parte deste processo interativo. E a tecnologia neste ponto contribuiu fundamentalmente para este nosso diálogo. Os sites interativos geralmente funcionam de acordo do desenvolvimento de cada projeto, mas todos tem o mesmo segmento em deixar o site personalizado, dinâmico e sempre procurando atender as necessidades do seu internauta. Os sites interativos tem como objetivo o emissor, porque através dele chegara a mensagem ao receptor e esse inicio deve sempre surgir através de estudos de estratégias usadas pelo receptor para que sempre você consiga prender a atenção do mesmo.